Dez 23
STIG de Santos e Região encerra hoje o expediente de 2020.
Desejando a todos os trabalhadores gráficos e seus familiares um Feliz Natal e um Ano Novo com esperança de dias melhores para todos.

escrito por jorge

Dez 23
O STIG Santos, com o suporte jurídico do STIG Jundiaí, através do advogado Luiz Carlos Laurindo, consegue levar processo de Dissídio Coletivo direto para o julgamento sem ter a concordância do patronal, conforme decisão do vice-presidente do TRT2ª, durante audiência na última semana, onde sugeriu ainda a reposição salarial dos gráficos da Baixada Santista e não o congelamento da renda nesta pandemia.
Na última quinta-feira (17), diante da segunda negativa do patronal em aceitar um acordo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT2º) com o STIG Santos para pôr fim ao movimento grevista dos gráficos da Baixada Santista, o juiz Valdir Floriano apresentou na audiência uma proposta de reajuste salarial na ordem de 2,93% (quase a inflação anual do período) retroativo a 1º de setembro (data-base da categoria) e encaminhou o processo para julgamento, que será realizado pela Turma Especializada em Julgamento de Dissídio Coletivo. Também propôs multa de 10% do salário normativo em caso das gráficas não implantarem as medidas relativas à PLR dos empregados no prazo de 60 dias. O STIG Santos, que conta com o advogado do STIG Jundiaí, Luiz Carlos Laurindo, aguarda a Justiça indicar o relator do caso.
"A tática processual encaminhada por Laurindo surpreendeu a todos e as audiências foram marcadas com muita agilidade pelo TRT2ª, iniciada no último dia 10, numa reunião de tentativa de conciliação. Um dia após, diante da negativa do patronal, já notificamos de greve; três dias depois, o advogado do STIG Jundiaí, já pediu a audiência para o julgamento do dissídio, sendo a greve considerada legal já na audiência da última quinta-feira (17), com os direcionamentos do juiz em favor dos trabalhadores, aguardando agora só o julgamento final nesta esfera", conta Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos.
A presidente do STIG Santos, Sueli Reis, comemora a situação até aqui, sobretudo porque os trabalhadores voltaram a ter alguma esperança de que o reajuste não será 0%, como impunha o patronal, mas poderá repor as perdas com a inflação. Todavia, ela diz que é preciso manter cautela e a categoria continuará em estado de greve. "Vamos aguardar o julgamento e também manter os trabalhadores mobilizados para uma paralisação, seguindo a agenda paredista nas empresas que serão priorizadas no momento", completa a dirigente.

escrito por jorge

Dez 16

Após a audiência de conciliação realizada no dia 10 de dezembro, onde o sindicato patronal mais uma vez negou-se a fazer proposta de acordo, sendo assim o STIG Santos protocolou a Notificação de Greve no SINGRAFS.
Em seguida o Dr. Luiz Carlos Laurindo entrou com petição de Dissídio Coletivo de Greve no TRT-SP, que de imediato acatou a solicitação e já marcou uma nova audiência para amanhã 17 de dezembro, ás 15 horas.
 
 
 
 

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escrito por jorge

Dez 02

Desembargador estuda o caso denunciado pelo sindicato onde acusa o patronal de impor o acordo definido no ABC para congelar o salário dos gráficos da Baixada Santista, mesmo sem acordo com o STIG Santos e a categoria. Se não houve negociação, a decisão do reajuste será dada pela Justiça. Independente do resultado, a luta é pela honra dos gráficos. Nesta terça-feira (1º) completa quatro meses que os gráficos da Baixada Santista, mesmo fragilizados por crises sanitária e econômica, continuam na luta pelo reajuste salarial neste ano. Liderados pelo Sindicato da classe (STIG Santos), lutam com o patronal não só pela recuperação das perdas salariais frente à inflação, mas por respeito. Buscam restaurar o processo de negociação coletiva da renda, já que o patronal se recusa a fazê-lo ao impor o congelamento salarial com base na negociação em outra região.
Dessa vez, diferente dos dois últimos anos que tal imposição prevaleceu, o STIG e os trabalhadores levaram o caso ao Poder Judiciário depois que o patronal negou até a proposta da categoria de reajuste parcelado e sem PLR. A ação já está no Tribunal Regional do Trabalho (TRT2ª). Um relator foi indicado. Será o desembargador Valdir Florindo. O magistrado tem em mãos as informações passadas pelo sindicato. O patronal será convocado para uma audiência de negociação. Porém, se o patronal insistir em não negociar, a decisão sobre o reajuste deste ano será decidida pela Justiça.
"Esperamos que a Justiça leve em consideração todo o nosso esforço de propor uma negociação onde abrimos mão da PLR e aceitamos o reajuste salarial de 2,94% não retroativo a 1º de setembro/20, que é nossa data-base, mas só a partir de 1º de janeiro/2021, sendo 1% em 1º de janeiro/21 e 1,94% em 1º de maio/21. Esperamos esse reconhecimento da Justiça e que force o patronal a fazer um acordo. Porém, se isto não ocorrer, será então a Justiça que dará a palavra final, mesmo que seja negativa, mas jamais aceitaremos a imposição patronal ou negociata. Enquanto houver nosso STIG, lutaremos por respeito", diz Jorge Caetano, secretário-geral.
 

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escrito por jorge

Dez 02
Já no inicio do próximo ano a Diretoria do Sindicato vai acionar os órgãos federais competentes para fiscalizar todas as empresas da região de A/Z para apurar entre outras irregularidades: FGTS, repasse do INSS descontados dos empregados, condições de elaboração do formulário PPP, higiene e segurança no trabalho: cumprimento das Nrs, principalmente a Nr 12, água potável, banheiros masculino e feminino, limpeza de caixa d'água e todas as medidas de proteção contra o Covid 19.
Estes pedidos ocorrerão em paralelo com o processo que discute o reajuste salarial que tramita no TRT da 2ª Região-SP.
Sabemos de várias irregularidades que ocorrem em algumas empresas, entendendo que as empresas passam por dificuldades, até para colaborar fechamos os olhos já há algum tempo. Mas diante dos últimos acontecimentos, onde os empresários concordam com a proposta do patronal que destina uma verba (Cota Negocial) de um percentual da folha de pagamento de seus empregados para o Sindicato e em troca não reajustar os salários de seus empregados fomos obrigados a rever nossa posição diz Sueli Reis que é Presidente do Sindicato.
Jorge Caetano diz que a fiscalização do FGTS e INSS está unificada pela Secretaria de Relação de Trabalho do Ministério da Economia, o que facilita a fiscalização através dos auditores fiscais. Para as empresas que agem corretamente com seus encargos trabalhista será importante porque vai colocar todas na condição de igualdade na disputa do mercado gráfico. Conclui Jorge.
 
 

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escrito por jorge

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