Jun 19

Com a retirada de partes indefensáveis na proposta governamental de reforma previdenciária, ainda restam graves perversidades.
Conforme este colunista já disse, o relatório do deputado Samuel Moreira traz algumas vitórias dos trabalhadores, com a retirada do regime de capitalização e da desconstitucionalização das regras, além da contenção nas maldades mais objetivas contra os trabalhadores rurais e os mais necessitados. Porém, em cálculos e exigências não ocorreram grandes avanços, merecendo maiores estudos.
Por um lado, a nova proposta alcança corretamente o campo tributário, com o impedimento da "desvinculação" de receitas da seguridade e aumento da contribuição dos bancos. Por outro, mantém a base de cálculo dos benefícios na média de todas as contribuições, recebendo 60% quem tiver até 20 anos de contribuição, acrescendo 2% para cada ano além. Manteve a exigência de idade mínima, 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, reduzindo para elas o mínimo de 20 anos de contribuição para 15, porém, com os cálculos igualmente draconianos.
Além disso, continua com "maldades acessórias", como o impedimento de contabilizar como contribuição o mês em que não se alcançou o salário mínimo, oferecendo como solução a soma de períodos, e, ainda pior, retirando as ações por acidentes do trabalho do Judiciário estadual, desprezando as varas especializadas.
O momento é de estudar e debater o resultado inicial das lutas e mobilizações, lembrando que ainda tentarão recolocar no texto o "regime de capitalização" que representaria a extinção do Seguro Social. O "saco de maldades" continua enorme, com os trabalhadores mais pobres pagando quase a conta toda. Voltaremos bastante ao tema.
Sergio Pardal Freudenthal

escrito por jorge

Jun 19
Em solenidade simples realizada no dia 28 de maio na sede da FTIGESP foram empossados os novos diretores eleitos para o mandato que se inicia efetivamente em 18 de Junho com duração de quatro anos.
O STIG de Santos será representado pela Companheira Presidente Sueli Reis da Silva na Diretoria Executiva da Entidade de grau superior ocupando o cargo de Diretora de Condições de Trabalho e Previdência Social.
Na mesma oportunidade também foi empossado o companheiro Jorge Caetano no cargo de Suplente de Diretoria Executiva.


escrito por jorge

Jun 12

Durante Assembleia realizada no ultimo dia 8, os trabalhadores que compareceram entenderam a atual necessidade do Sindicato e saíram com o compromisso de convencer o colega de trabalho para se associar e autorizar os descontos das contribuições em folha de pagamento.
A Companheira Sueli Reis que é Presidente do STIG expôs que com o encerramento de algumas empresas da região o numero de associados caiu drasticamente e chegou a hora daquele companheiro que nunca contribuiu passar a contribuir juntamente com os poucos que restam para que possamos estar atuante na luta em defesa dos trabalhadores e principalmente para manter a Convenção Coletiva de Trabalho existente.
Infelizmente a Assembleia mais uma vez não contou com um numero esperado de trabalhadores, mesmo com a convocação sendo entregue em mãos nas 31 empresas de Santos e São Vicente e nas demais por redes sociais. Mais uma vez o comparecimento foi daqueles que chamamos de mais conscientes que sabem que se esta ruim com o Sindicato pior sem ele.

escrito por jorge

Jun 12

O que se anuncia como "nova previdência" (nem social) é uma fraude. A ideia contida na PEC 006/2019 é a substituição do Regime Geral de Previdência Social (INSS) e dos Regimes Próprios dos Servidores Públicos por um "novo regime", "organizado com base em sistema de capitalização, na modalidade de contribuição definida, de caráter obrigatório para quem aderir, com a previsão de conta vinculada para cada trabalhador e de constituição de reserva individual para o pagamento do benefício". Isto significa uma poupança individual, administrada pelos grandes bancos, formando um fundo de reserva a ser dividido pela expectativa de sobrevida do freguês quando for se aposentar.
É bom lembrar que o Seguro Social brasileiro, com base no exemplo alemão, é um regime de repartição, um pacto entre gerações; as contribuições do mês representam os pagamentos dos benefícios. Os regimes de capitalização sempre foram a base das previdências complementares, como os fundos de pensão das empresas que eram estatais. A diferença é que antes propunham planos de benefício definido, calculado entre o que o segurado ganharia em atividade e o que paga o INSS. Agora, com a migração forçada de muita gente, são planos de contribuição definida, com o fundo acumulado a ser dividido pelo que resta de vida, obedecendo às tabelas do IBGE. Para complementação de renda de quem ganha mais do que 5,8 mil reais, valem os riscos; mas, para substituir o regime de repartição, seria uma fraude.
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escrito por jorge

Jun 12

STIG Santos se une ao movimento sindical e estudantil da Baixada para organização da greve geral nesta sexta // Movimento Sindical e Estudantil da Baixada Santista discute estratégias para a greve do dia 14 contra a reforma da previdência.

escrito por jorge

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