Jan 23


Após a extinção do Ministério do Trabalho pelo atual governo, agora a ofensiva contra os trabalhadores vem com a promessa de extinção também da Justiça do Trabalho, outro órgão importantíssimo que atende os trabalhadores contra as irregularidades praticadas por empresários mal intencionados.
Se não bastasse às mudanças impostas pela Lei 13.467/2017 da Reforma Trabalhista, que já dificulta demais o trabalhador de entrar com processo contra a empresa, a extinção do Ministério do Trabalho e agora com a possibilidade de se acabar com a Justiça Trabalhista, fica claro que a intenção do governo é atender a vontade do capital que visa precarizar salários, prejudicando demais a vida dos trabalhadores, diz Sueli Reis, Presidente do STIG da Baixada Santista.
Diante disso o movimento sindical da Baixada Santista e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) realizaram uma grande manifestação em defesa da Justiça do Trabalho.

escrito por jorge

Jan 23
A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a incidência da contribuição previdenciária sobre o aviso prévio indenizado recebido por um vendedor-propagandista de medicamentos da EMS S.A. De acordo com a decisão, a parcela não tem natureza salarial, mas indenizatória.
Sem prestação de trabalho
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), com base na sua jurisprudência, havia determinado a inclusão do aviso prévio indenizado na base de cálculo das contribuições previdenciárias. No recurso de revista, o vendedor demonstrou a existência de divergência jurisprudencial ao indicar decisão do TRT da 12ª Região (SC). Nesse julgado, o entendimento foi de que, não havendo prestação de trabalho no curso do aviso prévio, não há como enquadrá-lo no conceito de salário de contribuição.

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escrito por jorge

Jan 16
Trabalhadores Gráficos da Baixada Santista terão Insalubridade reajustada no pagamento salarial de janeiro, o valor é reajustado toda vez que o salário mínimo nacional tem reajuste.
Portanto no próximo pagamento os trabalhadores passam a receber o valor de R$199,60, equivalente a 20% do SM, considerado como grau médio.
Este valor poderia ser maior, ou seja, R$201,20, caso o atual governo tivesse mantido a política de valorização do salário mínimo criado no governo do PT.
Se fosse dado continuidade na política de valorização o salário mínimo estaria valendo a partir de 1º de janeiro/2019 R$1.006,00 e não o atual R$998,00 definido pelo atual governo.

escrito por jorge

Dez 20


Prestes a encerrarmos o ano de 2018, ano que o movimento sindical encontrou as maiores dificuldades após o regime militar de 1964 com perdas de direitos e transformações com criações de novas modalidades de contrato de trabalho, que com certeza precarizou a mão de obra e salários.
Lutamos contra a implantação de uma Reforma Trabalhista, onde o governo anunciava que se aprovada iria gerar milhões de empregos, após um ano de sua vigência podemos constatar que não surtiu efeito algum, e sim atendeu apenas os interesses dos grandes empresários. Isso demonstra que o movimento sindical estava correto, quando foi às ruas manifestar-se contrário sua aprovação, mas infelizmente não conseguimos trazer os trabalhadores naquele momento pra luta, talvez iludidos pela mídia de que o movimento sindical estava na rua pra defender o imposto sindical.
Por outro lado as entidades sindicais terão que se reestruturar para enfrentar os desafios que estão por vir com as proposta do novo governo que assume o comando do país já prometendo tirar mais direitos, aliás, se elegeu fazendo campanha dizendo isso "O Trabalhadores vão ter que escolher entre Direitos ou Emprego"!! Mas enfim, foi eleito e, diga-se de passagem, com votos de trabalhadores, infelizmente.
No início do próximo ano já teremos uma grande Luta a ser travada, dessa vez contra a proposta da reforma da previdência social. O encerramento do Ministério do Trabalho e Emprego, um órgão que sempre atendeu as denúncias tanto dos Sindicatos, bem como dos trabalhadores que lá individualmente recorriam para denunciar práticas anti-trabalhistas praticadas por empresários mal intencionados.
Não bastasse isso, o futuro Presidente diz que vai aproximar ainda mais as Leis Trabalhistas da informalidade, portanto o que esperar desse governo?
Portanto teremos que ser criativos e unir forças para continuar a luta em defesa dos trabalhadores. Por outro lado os trabalhadores também terão que assumir um papel fundamental para o enfrentamento desses desafios. Teremos que conscientizá-los ainda mais para que se unam em torno do Sindicato, porque somente com a união venceremos os desafios.

escrito por jorge

Dez 18
Nesta segunda feira a empresa convocou todos os trabalhadores gráficos para anunciar a demissão de todos, alegando o fim da versão impressa do jornal em seu parque gráfico.
A impressão do de A Tribuna e Expresso Popular já esta sendo feita pelo Jornal Estadão em São Paulo.
A maioria dos trabalhadores tinha em média 20 anos de trabalho prestados a empresa e se sentiram desprestigiados, não só pela demissão, mas pela maneira que foram tratados, uma vez que foram impedidos de entrar no local, onde por muitos anos dedicaram grande parte de sua vida. A direção da empresa fechou as portas de acesso ao parque gráficos com paletes, madeirite e seguranças para impedir a entrada dos trabalhadores que conforme iam chegando, eram encaminhas um a um para um sala para assinar o aviso de dispensa.
Lamentamos muito essa situação diz Sueli Reis, que é Presidente do Sindicato dos Gráficos. Infelizmente são mais postos de trabalham que se encerram e que por conta da nova reforma trabalhista a entidade sindical fica de mãos atadas sem poder fazer praticamente nada. Esperamos que a empresa cumpra com toda a obrigação trabalhista que tem com seus empregados, conclui a Presidente.


escrito por jorge

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