Item de NotíciaGoverno taxará gráfico desempregado a partir do mês de março, alerta CONATIG
(Categoria: Geral)
Postado por jorge
29 Janeiro 2020 - 15:02:11

A partir de março, sob o pretexto de hipoteticamente criar empregos para os jovens através da carteira verde-amarela com menor salário e direitos, o governo federal vai criar sério problema no caixa da Previdência Social e ao trabalhador. Isentará as empresas de recolherem 20% do salário ao INSS. E para amenizar tal desfalque aos cofres públicos, taxará o gráfico e demais empregados que perderem o trabalho. Retirará de 7,5% a 8,14% do seguro-desemprego. Essa desobrigação patronal ao recolhimento do INSS com o trabalho na nova modalidade ainda estimulará o desemprego daqueles milhares de profissionais empregados com todos seus direitos. Isto porque ficará mais barato para folha de pagamento das empresas a substituição do emprego da carteira de trabalho azul pela verde-amarela.
Essa modalidade verde-amarela prejudicará o trabalhador por três vezes. Primeiro, porque o gráfico assim contratado ficará sem a sua contribuição previdenciária patronal, a qual é crucial para a aposentadoria. Segundo, estimulará a perda do emprego com direitos. E, por fim, perderá parte do pouco recurso do seguro-desemprego, a ser confiscado pelo governo que retira do pobre, enquanto isenta o rico patrão. "Ao invés de taxar o seguro, Bolsonaro deveria aumentar o seu valor diante do grande desemprego no Brasil, ou melhor, era para criar séria política de emprego", diz Leonardo Del Roy, presidente da Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig).
 


O governo vai no caminho contrário. Age como Robin Hood ao contrário. Não tira dos ricos para dar aos pobres, mas isenta o dever do patrão com o INSS do gráfico, enquanto cobra desconto previdenciária do profissional quando este perde o emprego. E começa a partir de março. A depender do valor do seguro-desemprego a receber, a taxa será de 7,5% a 8,14%.
O valor do seguro é condicionado ao salário que o trabalhador recebia quando estava empregado. O seguro-desemprego varia de R$ 1.039 (o salário mínimo atual) a R$ 1.813,03, e dura de três a cinco meses. "Apesar desse baixo valor, é sobre ele que o governo decidiu realizar descontos", critica Leandro Rodrigues, secretário de Comunicação da Conatig.
A Conatig lembra que o seguro pode ser requisitado online, através do site Emprega Brasil. O trabalhador deve consultar se está apto a receber. Os pedidos devem ocorrer da seguinte forma: para a primeira solicitação, deve ter 12 meses de trabalho nos últimos 18 meses; para a segunda solicitação, ocorre com nove meses de trabalho nos últimos 11 meses; para a terceira solicitação, com seis meses de trabalho nos últimos 11 meses.
A partir de março, sob o pretexto de hipoteticamente criar empregos para os jovens através da carteira verde-amarela com menor salário e direitos, o governo federal vai criar sério problema no caixa da Previdência Social e ao trabalhador. Isentará as empresas de recolherem 20% do salário ao INSS. E para amenizar tal desfalque aos cofres públicos, taxará o gráfico e demais empregados que perderem o trabalho. Retirará de 7,5% a 8,14% do seguro-desemprego. Essa desobrigação patronal ao recolhimento do INSS com o trabalho na nova modalidade ainda estimulará o desemprego daqueles milhares de profissionais empregados com todos seus direitos. Isto porque ficará mais barato para folha de pagamento das empresas a substituição do emprego da carteira de trabalho azul pela verde-amarela.
Essa modalidade verde-amarela prejudicará o trabalhador por três vezes. Primeiro, porque o gráfico assim contratado ficará sem a sua contribuição previdenciária patronal, a qual é crucial para a aposentadoria. Segundo, estimulará a perda do emprego com direitos. E, por fim, perderá parte do pouco recurso do seguro-desemprego, a ser confiscado pelo governo que retira do pobre, enquanto isenta o rico patrão. "Ao invés de taxar o seguro, Bolsonaro deveria aumentar o seu valor diante do grande desemprego no Brasil, ou melhor, era para criar séria política de emprego", diz Leonardo Del Roy, presidente da Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig).
O governo vai no caminho contrário. Age como Robin Hood ao contrário. Não tira dos ricos para dar aos pobres, mas isenta o dever do patrão com o INSS do gráfico, enquanto cobra desconto previdenciária do profissional quando este perde o emprego. E começa a partir de março. A depender do valor do seguro-desemprego a receber, a taxa será de 7,5% a 8,14%.
O valor do seguro é condicionado ao salário que o trabalhador recebia quando estava empregado. O seguro-desemprego varia de R$ 1.039 (o salário mínimo atual) a R$ 1.813,03, e dura de três a cinco meses. "Apesar desse baixo valor, é sobre ele que o governo decidiu realizar descontos", critica Leandro Rodrigues, secretário de Comunicação da Conatig.
 



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